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Sabia que

Tosse pode ser prepositada pela falta de Ferro

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Mais do que rebuçados, a solução para a tosse crónica pode passar por suplementos de ferro. Quem o diz é um grupo de investigadores da Universidade de Turim, em Itália, segundo os quais a falta deste mineral pode explicar a tosse persistente em algumas mulheres saudáveis e não fumadoras. Uma teoria apresentada recentemente, em Chicago, nos Estados Unidos, durante o encontro científico do American College of Chest Physicians.

Segundo uma das autoras do estudo, Caterina Bucca, os testes realizados em mulheres com tosse persistente e deficiência de ferro demonstraram que um simples suplemento de ferro alivia a tosse e diminui ou resolve os problemas a ela associados. Os cientistas analisaram 16 mulheres com tosse crónica, mas sem problemas respiratórios ou refluxos ácidos no estômago, e todas elas revelavam sinais de inflamação das mucosas e cordas vocais muito sensíveis. Problemas que foram facilmente minimizados ou totalmente resolvidos com a ingestão de suplementos de ferro durante alguns meses. Segundo os investigadores, a explicação para estes resultados pode residir no facto deste mineral regular a produção de proteínas que controlam as inflamações no sistema imunitário.

 

A vitamina C protege contra o cancro do estômago

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Sabia que a vitamina C protege contra o cancro do estômago, mas o consumo de gordura pode anular esse benefício? Foi uma das revelações do encontro anual da Sociedade de Biologia Experimental do Reino Unido, que se realizou no princípio do mês de Abril, em Glasgow. A acidificação da vitamina C, que acontece na presença de lípidos, leva à formação de N-nitrosamina, um composto potencialmente carcinogénico que se sobrepõe ao efeito antioxidante da vitamina C.

Os investigadores recomendam por isso que os suplementos de vitamina C sejam tomados isoladamente.

 

Dieta saudável e rica em antioxidantes também pode reduzir o risco de asma

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Os antioxidantes têm um potencial efeito na prevenção e até tratamento de doenças, como as cardiovasculares e oncológicas (maiores causadores de mortalidade), vários estudos já o comprovam desde os anos 80. Agora, uma nova investigação sugere que uma dieta saudável e rica em antioxidantes também pode reduzir o risco de doenças respiratórias como a asma.

A publicidade a alguns produtos alimentares que contêm antioxidantes mudou de estratégia nos últimos tempos, passando a salientar com afinco a presença destes nutrientes. Uma mera questão de moda? Nada disso. É que os estudos epidemiológicos e investigacionais que atestam o potencial efeito destas substâncias na prevenção e tratamento de várias doenças crónicas têm-se multiplicado.

Os antioxidantes são um conjunto muito vasto de substâncias, onde se incluem, com especial destaque, as vitaminas, os minerais e os carotenóides (consultar tabela). Todos estes nutrientes podem ser obtidos através de diversos alimentos, sendo que as frutas, os legumes, as hortaliças e os cereais integrais são os mais ricos em antioxidantes.

A investigação sobre os benefícios dos antioxidantes para a saúde iniciou-se nos anos 80 e, desde então, vários estudos têm sido publicados sobre a relação antioxidantes e prevenção de doenças crónicas, como as oncológicas ou as cardiovasculares.

No mês passado, o Chest, jornal oficial do American College of Chest Physicians, publicou um novo estudo que afirma o efeito de uma dieta rica em fruta, vitaminas C e E e ácidos gordos ómega-3 na redução do risco de desenvolver problemas respiratórios como a asma ou a bronquite crónica.

“O nosso estudo sugere que doses mais elevadas de micronutrientes antioxidantes e anti-inflamatórios estão associadas a menor probabilidade de sofrer de tosse, infecções respiratórias e sintomas de asma”, diz o investigador principal do estudo, Jane Burns, da Harvard School of Public Health.

Na perspectiva deste especialista, “os suplementos vitamínicos e antioxidantes podem ajudar os jovens a atingir as doses diárias de que precisam para se proteger dos problemas respiratórios”.

   

Nutrientes fundamentais ao organismo

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Alguns dos nutrientes Fundamentais para o organismo:

Cobre – É necessário para a formação da hemoglobina, do colagéneo e da elastina e para proporcionar uma eficaz absorção do ferro. A carência pode provocar anemia, edemas e deformações ósseas.

Ferro – Essencial para a produção de hemoglobina, prevenção da fadiga, restituir boa cor à pele. Só cerca de 8 por cento do ferro ingerido é absorvido. A forma mais assimilável é a hidrolizada e quelatada com proteína; evite o sulfato ferroso.

Crómio – Pode prevenir a insulino-resistência e a diabetes tipo 2. Benéfico para baixar o colesterol total e os rtiglicéridos e reduzir a percentagem de gordura corporal. Deve tomar-se sob a forma orgânica (de leveduras). Se tiver carência de crómio, deve também tomar zinco.

Iodo – A maior parte está alojado na glândula tiroideia, que controla o metabolismo. Por isso, falta de iodo pode provocar raciocínio lento, aumento de peso e falta de energia. Desenvolve crescimento de cabelo, unhas, pele e dentes.

 

Cuidados com a alimentação hospitalar

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Entre 15% a 60% dos doentes hospitalizados estão desnutridos, o que agrava duas vezes o risco de um maior tempo de internamento, independentemente do estado incial, da idade do doente e da gravidade da doença. Isto acontece porque:

- Não existe rastreio de alteração de estado nutricional;

- Nem sempre os menus são os mais apetecíveis;

- As refeições chegam frias aos doentes;

- A própria doença conduz à perda de apetite;

- A hospitalização e o próprio tratamento prejudicam o processo de alimentação.


Fonte: “A desnutrição associada à doença na admissão hospitalar”, Teresa Amaral, Fac. Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto

   
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