Ana Dulce Félix, que hoje se sagrou campeã nacional de corta-mato pelo terceiro ano consecutivo, manifestou-se satisfeita por ter alcançado o duplo objetivo de ganhar os títulos individual e coletivamente.
O Nacional foi integrado no 35.º Crosse das Amendoeiras em Flor, ganho pelos quenianos Correti Jepkoech (femininos) e Kiprono Menjo (masculinos). A portuguesa do Maratona terminou a prova em terceiro, tal como o companheiro de clube Manuel Damião, campeão nacional entre os homens.
«O objetivo era o campeonato nacional e sermos as primeiras em equipas e consegui as duas coisas, além de ter subido ao pódio individual. Só posso estar contente e queria dedicar esta vitória à minha colega Elisabete Lopes, do Maratona Clube de Portugal, que está a passar por uma má altura em termos de saúde», disse à Lusa Dulce Félix.
Dulce Félix destacou-se cedo das restantes portuguesas e foi a única a acompanhar as principais atletas estrangeiras, a queniana Jepkoech, que se isolou antes do meio da prova, e a letã Yelena Prokopchuka, que, perto do final, conseguiu ultrapassar a portuguesa.
A atleta terminou agora o seu compromisso com o Maratona Clube de Portugal e vai concentrar-se na preparação para os Jogos Olímpicos.
A treinadora de Dulce Félix, Sameiro Araújo, disse à Lusa que já estava à espera deste resultado e destacou a época “bastante boa” que a jovem tem feito, bem como o nível elevado que tem conseguido manter.
«Agora vai ter de descansar um pouco para preparar a maratona dos Jogos Olímpicos. Entretanto, também tem a meia maratona de Lisboa, que é um objetivo dela. porque o ano passado bateu lá o recorde nacional», referiu.
Também Alfredo Cunha, secretário-geral do Maratona Clube de Portugal se mostrou orgulhoso da atleta do seu clube considerando-a «a melhor do momento em Portugal e que poderá chegar longe a nível internacional», acredita.
Anália Rosa (Maratona) foi a quinta classificada e Carla Salomé Rocha (Sporting) ficou em sexto, sagrando-se campeã nacional sub-23.
«Este início de época desportiva tem sido muito bom e é a minha primeira vez no pódio nacional sénior, o que é sempre gratificante», disse à Lusa a jovem atleta do Sporting.
Na prova masculina o triunfo pertenceu, pela quarta vez nos últimos cinco anos, ao queniano Kiprono Menjo, seguido do etíope Mohamed Burka e dos portugueses Manuel Damião (3.º), Rui Teixeira (4.º) e José Rocha (5.º).
«Nas últimas duas voltas já acreditava que possivelmente conseguia vencer a prova, acabei por sentir os meus colegas de equipa com uma respiração ofegante, enquanto eu ainda me encontrava com uma certa frescura», confessou à Lusa Manuel Damião, que se superiorizou a Rui Teixeira e José Rocha na luta pelo título nacional.
Rui Teixeira, que foi quem mais tempo liderou, apontou a «areia muito seca» na pista e o calor que se fazia sentir como entraves que lhe «dificultaram a prova».
Coletivamente, o Maratona, com quatro atletas entre os seis primeiros nacionais, ganhou com larga vantagem sobre a Conforlimpa (12 pontos contra 33), enquanto o Maia AC manteve o terceiro lugar da época passada.
fonte: desporto.sapo.pt
Ana Dulce Félix, que hoje se sagrou campeã nacional de corta-mato pelo terceiro ano consecutivo, manifestou-se satisfeita por ter alcançado o duplo objetivo de ganhar os títulos individual e coletivamente.
O Nacional foi integrado no 35.º Crosse das Amendoeiras em Flor, ganho pelos quenianos Correti Jepkoech (femininos) e Kiprono Menjo (masculinos). A portuguesa do Maratona terminou a prova em terceiro, tal como o companheiro de clube Manuel Damião, campeão nacional entre os homens.
«O objetivo era o campeonato nacional e sermos as primeiras em equipas e consegui as duas coisas, além de ter subido ao pódio individual. Só posso estar contente e queria dedicar esta vitória à minha colega Elisabete Lopes, do Maratona Clube de Portugal, que está a passar por uma má altura em termos de saúde», disse à Lusa Dulce Félix.
Dulce Félix destacou-se cedo das restantes portuguesas e foi a única a acompanhar as principais atletas estrangeiras, a queniana Jepkoech, que se isolou antes do meio da prova, e a letã Yelena Prokopchuka, que, perto do final, conseguiu ultrapassar a portuguesa.
A atleta terminou agora o seu compromisso com o Maratona Clube de Portugal e vai concentrar-se na preparação para os Jogos Olímpicos.
A treinadora de Dulce Félix, Sameiro Araújo, disse à Lusa que já estava à espera deste resultado e destacou a época “bastante boa” que a jovem tem feito, bem como o nível elevado que tem conseguido manter.
«Agora vai ter de descansar um pouco para preparar a maratona dos Jogos Olímpicos. Entretanto, também tem a meia maratona de Lisboa, que é um objetivo dela. porque o ano passado bateu lá o recorde nacional», referiu.
Também Alfredo Cunha, secretário-geral do Maratona Clube de Portugal se mostrou orgulhoso da atleta do seu clube considerando-a «a melhor do momento em Portugal e que poderá chegar longe a nível internacional», acredita.
Actualizado em Segunda, 27 Fevereiro 2012 10:39
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